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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77. |
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VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78. |
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77. |
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VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78. |
Nesta aula, o professor, com o uso dos Chromebooks, cada aluno com o seu, introduziu os estudantes no Spaces do/ no Gmail e no Classroom!!!
Estes espaços virtuais, além do presente blog, serão, doravante, mais constantemente usados para os estudos!!!
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| Aspecto do Spaces das turmas no Gmail. |
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| Aspecto do Classroom das turmas. |
O professor retomou a aula anterior e ministrou aula expositiva dialogada sobre o chamado princípio Uti Possidetis, ou seja, a forma como o território brasileiro foi ainda mais alargado graças ao "cheguei antes, a terra é minha", bem como, as consequências disso até mesmo nos latifúndios atuais.
A aula seguiu com a explicação do movimento literário do romantismo e da construção da nação brasileira.
Foi instruído sobre José de Alencar (1829-1877), sobre Carlos Gomes (1836-1896), e os respectivas romance e Ópera de "O Guarani".
Para aprofundar as noções trabalhadas em aula e até mesmo fazer alguma recomposição do conteúdo, aconselha-se que aluno assista o vídeo abaixo:
Pelas mesmas razões acima aludidas, aprofundar e recompor, aconselha-se que, também, o aluno assista a Ópera abaixo:
Aula expositiva dialogada sobre os, por assim dizer, elementos que constituem um Estado, a saber:
→ Povo
→ Território
→ Soberania
O professor seguiu com as explicações acerca das...: nações sem Estado; o exemplo dos curdos, bem como Estados sem nação; o discutível caso do Brasil e EUA, por exemplo.
As funções do Estado:
→ Educação
→ Saúde
→ Segurança
→ Saneamento Básico
Para concluir, o professor voltou nos últimos dois elementos que constituem um Estado, a saber, o Território e a Soberania, e instruiu a respeito de o que é Fronteira e o que é Limites, sendo que estes últimos podem ser naturais e artificiais.
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| Aspecto de como ficou o quadro magnético à medida em que as explicações eram feitas! |
Para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, é interessante assistir a videoaula, abaixo:
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| Aspecto do quadro magnético da aula. |
Agora, de posse desses três elementos estudados, a saber: (i) o ser basileiro, (ii) as ideias de Herder e (iii) as ideias de Renan, elabore um teto repassando tudo, e, externando a sua opinião sobre o assunto.
Aula expositiva dialogada sobre a Formação Territorial do Brasil.
Para recompor aprendizados pretendidos na aula, é interessante o aluno assistir ao vídeo abaixo:
O professor retomou as Ideias-Força trabalhadas no ano anterior. Ao fazer isso, aprofundou as ricas noções contidas em cada uma das ideias.
Para recompor as aprendizagens relacionadas, aconselha-se que os alunos assistam aos vídeos abaixo, bem como, ouçam o Podcast:
A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 1:
A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 2:
A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 3:
A RESPEITO DA IDEIA-FORÇA 4:
O professor concluiu a aula sobre a industrialização do/ no Brasil, dando relevo aos seguintes elementos:
- Tratado de Methuen: um século após a Europa
- o financiamento dos barões do café para a industrialização do Brasil
- abolição da escravidão (o último país da América a abolir a escravidão: Brasil - os negros libertos para um nascente Mercado Consumidor.
Feito isso, o professor passou à aula expositiva dialogada sobre a Urbanização do Brasil.
Explicou as seguintes noções introdutórias:
→ a ideia de Urbano, junto aos gregos:
- urbanidade
- ócio criativo
- a Ágora
- os aparelhos urbanos
- a cidade planejada: o tabuleiro de xadrez ou formato ortogonal.
→ O Êxodo Rural:
- fenômeno negativo: periferias e vilas
- as noções de centro e periferia ontem e hoje, o caso de Porto Alegre
Aula expositiva dialogada sobre a relação entre industrialização e espaço geográfico, ou seja, entre:
→ o período de concentração industrial da Região Sudeste
- a extraordinária expansão das lavouras cafeeiras
- a produção do interior do Estado de São Paulo e o Porto de Santos: região de passagem de fluxos
- a indústria que surgia: bens de consumo não duráveis
- a instalação das transnacionais após 1945 (Final da Segunda Grande Guerra)
→ o período de desconcentração industrial:
- à partir da década de 1970 ocorre uma certa desconcentração, pois, várias filiais de transnacionais optam por ir para Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas (e sua Zona Franca), Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (no Rio Grande do Sul, o caso da Volkswagen, em Guaíba ("guerra fiscal"))
- a "deseconomia de escala": quando não há mais nem onde construir novos parques industriais e/ ou os mesmos se tornam muito caros
-
No dia de hoje, dia de "Alinhamento Pedagógico" previsto pela mantenedora, a Smed, os alunos ficaram sem um dos períodos de Geografia; era para serem dois.
Então, para compensar, é solicitada a seguinte "Tarefa Remota"...: ler o texto didático sobre "Indústria e Energia", disponível, ::: AQUI :::.
Já o segundo período do dia transcorreu normalmente, com aula expositiva dialogada, sobre:
- São Paulo, o setor agrícola, com o café: acumulação de capitais
- substituição da mão de obra escrava pela assalariada: paralelo com os EUA: A Guerra de Secessão ("Guerra Civil" (1861-1865)): a abolição da escravidão no Brasil (1888), o último país da América a fazê-lo
- consequente crescimento do Mercado Consumidor interno
- "Matriz Energética Brasileira"
As instruções podem ser retomadas, ::: AQUI :::.
O professor retomou a aula passada perguntando para a turma os principais aspectos dos conceitos de Artesanato e Manufatura.
Em seguida, em uma aula praticamente dividida em três momentos, a saber:
1) passou a explicar, através de aula expositiva dialogada, as diferenças entre técnica e tecnologia, fazendo uma esquematização no quadro magnético que representava as etapas, desde o artesanato, até chegar na Indústria Moderna. Fez isso para que, na sequência, pudesse explicar a:
2) Revolução Industrial. A respeito disso, foi visto o seguinte:
- a Revolução Industrial não foi uma revolução, mas sim, uma "revolução", pois, os donos continuaram a serem donos, enquanto os assalariados, continuaram a serem assalariados.
- Onde foi? Na Alemanha e Inglaterra
- Quando foi? Em 1750 (século XVIII)
- Como foi? Com o advento da Máquina a vapor, o trem "Maria Fumaça"
- Qual a Fonte de Energia? O carvão mineral
3) Concluindo a aula, o professor explicou como é classificada a Indústria Moderna:
- Indústria de Transformação: aquela que transforma a matéria prima em bens (nos diversos tipos de bens: ver aspecto do quadro magnético, nas fotografias, abaixo)
- Indústria Extrativa (ou Extrativista): aquela que extrai, de modo pesado, por exemplo, minério de ferro de enormes jazidas
- Indústria de Construção: a Indústria de Construção, como o nome também já indica, é aquela responsável por construir. Construir instalações de grande porte, tais como, portos, rodoviárias, estações ferroviárias, pontes e estradas. Essa indústria pode ser subdividida, em:
- Indústria de Construção Naval: fabricação de navios
- Indústria de Construção Civil: construção de prédios e casas
- Indústria de Construção Pesada: construção de grandes túneis, pontes, aeroportos e portos
No início da aula o professor fez os acertos necessários para a disciplina de Iniciação Científica.
Feito isso, passou a ministrar aula expositiva dialogada, com base em "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018", às páginas 76, 77 e 78, a respeito dos conceitos, de:
→ artesanato, com o respectivo estudo de caso das paneleiras capixabas e suas panelas de barro: os mangues, os povos guaranis e anus...
→ manufatura, com o respectivo estudo de caso das costureiras e dos sapateiros
→ divisão do trabalho, o que é e onde ela aparece...
Alguns aspectos do quadro magnético podem ser vistos abaixo:
O professor, como de costume, retomou a aula passada. Feito isso, passou a ministrar aula expositiva dialogada sobre as pirâmides etárias.
O conteúdo pode ser retomado, ::: AQUI :::.
Em seguida, os alunos receberam a tarefa de ler sobre a População Economicamente Ativa (PEA), a População Economicamente Inativa e sobre os Setores Econômicos, em seus livros didáticos, bem como, responder a questões relativas.
Tal material também pode ser revisto, ::: AQUI :::.
Após retomar a aula anterior, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a estrutura da população brasileira, por idade e sexo.
Em seguida, os alunos receberam uma atividade que consistia em ler um texto didático, retirado de: "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 50." e responder à algumas questões colocadas no quadro de giz.
Toda a atividade pode ser retomada, ::: AQUI :::.
O professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a Transição Demográfica.
Para ir além, é interessante assistir à videoaula abaixo:
O professor retomou a aula passada, e, em seguida, passou à aula expositiva dialogada sobre o conceito de populoso (população absoluta), populoso (densidade demográfica), passando, no quadro de giz, inclusive, alguns números e exemplos relativos.
O professor guiou os alunos na leitura de uma mapa didático que apresentava a distribuição da população brasileira. O referido material, pode ser revisto, ::: AQUI :::!
Em seguida, foi solicitado aos estudantes a leitura, a interpretação e a explicação, através de uma redação, do conteúdo relativo à Transição Demográfica, que também pode ser retomado, ::: AQUI :::!
Aula expositiva dialogada, com base na leitura, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 44-45".
O material pode ser revisitado, ::: AQUI :::.
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| Quadro que apresenta a o local escolhido, pelos membros de uma família, para passar as férias. |
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| Quadro que mostra a transitividade das preferências, ou seja, a "2ª" e a "3ª" opção, por ordem de predileção, que os membros de uma família escolheriam passar as férias. |
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| Quadro que mostra que, numa disputa entre Campo e Montanha, a Montanha sairia ganhadora. |
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| Quadro que mostra que, numa disputa entre Campo e Litoral, o Campo sairia ganhador. |
Aula expositiva dialogada sobre os conceitos de cidadania e democracia.
O professor explicou o que é ser um cidadão: aquele que sabe, conhece os seus direitos, e luta por eles, bem como, aquele que sabe, conhece os seus deveres, cumprindo-os.
Em seguida, o professor apresentou a crítica de Milton Santos (1926-2001) à cidadania brasileira, quando o geógrafo baiano fala, que: "No Brasil não há cidadãos".
Essa forte crítica trás consigo a noção de que o brasileiro não põe em prática sua plena cidadania, cobrando direitos, ampliando-os; também não está, em inúmeras vezes, disposto a cumprir deveres.
O professor ainda explicou a respeito da Carta Magna brasileira, a Constituição federal, promulgada, 1988, no Plenário do Congresso Federal, em Brasília.
Comentou a respeito do Art. 5º do texto, onde está escrito:
"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade [...]"
E refletiu sobre isso, trazendo alguns exemplos práticos.
Feito isso, o professor introduziu o conceito de democracia: demo ("povo") + cracia ("poder"): o poder escolhido pelo povo.
Comentou a respeito de Platão (aprox. 450 a.C.), bem como de seu livro "A República".
Falou sobre as vantagens da democracia frente a outros sistemas e lançou a seguinte pergunta: "a democracia é perfeita?".
De posse das respostas, o professor introduziu o Paradoxo de Condorcet a respeito da democracia:
- Marquês de Condorcet (1743-1794), filósofo e matemático francês.
- Paradoxo: o que é? Uma situação onde a resposta é sim e não ao mesmo tempo. Problema lógico no qual o é e não é são admitidos como resposta, ou ainda, problema lógico em que não há reposta que não seja, por assim dizer, uma contradição.
Ex.: o exemplo do "barbeiro da cidade que só barbeia homens que não se barbeiam...: ele se barbeia? Sim e não.
A apresentação do Paradoxo de Condorcet propriamente dito ficou para a próxima aula.
O material que embasa a aula de hoje, pode ser revisitado, ::: AQUI :::.
Nesta aula, nos momentos iniciais, o professor fez uma fala retomando alguns aspectos da primeira aula do Ano Letivo; aula na qual o professor fez uma fala no sentido de instigar os alunos a estudarem com amor.
Em seguida, o professor passou à avaliação das tarefas solicitadas para o período de recesso.
O resultado disso, pode ser visto, ::: AQUI :::.
Enquanto os alunos trabalhavam na leitura, interpretação de texto e resolução de questões, o professor procedia à avaliação parcial do 2º trimestre, bem como, orientava os alunos a respeito das atividades a serem feitas no período de recesso.
Nesta aula, por causa de uma questão que aconteceu na sala de aula, a respeito dos "comportamentos" e "modos de agir", no âmbito virtual ("mundo digital") e no âmbito real ("vida real"), o professor instruiu a respeito das possibilidades de comunicação, que, segundo Pierre Levy, são:
Um ⇄ Um (telefone (antigo) e carta)
Um → Todos (rádio e televisão)
Todos ⇄ Todos (Internet)
O professor instruiu sobre a importância de se ter consciência que, hoje em dia, não há mais diferenças, em termos de implicações, entre o mundo virtual e o mundo real.
A respeito disso, aconselha-se a leitura, de:
"A questão é: como usaremos as novas tecnologias de forma significativa para aumentar a inteligência humana coletiva?", escrito pelo pesquisador francês supracitado.
Em seguida, o professor distribuiu folhas de papel que continham textos didáticos sobre a Distribuição de Renda, no Brasil.
O texto pode ser revisitado, ::: AQUI :::!
O professor leu parte do texto - o início "Texto Complementar" - com os alunos, explicando, aprofundando e retirando dúvidas. O restante, da tarefa, leitura do texto, bem como, resolução das perguntas, os estudantes deverão concluir em casa e trazerem pronto para o dia 14 de jul..
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| Larissa Gomes, aluna que se destaca na turma 72 |
Em seguida, os alunos receberam "04" ("quatro") folhas contendo textos e quadros didáticos (retirados de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p27) relativos ao conteúdo.
O texto pode ser revistado, :::AQUI:::.
Os alunos deveriam ler e responder as perguntas nele contidas.
Prezados estudantes,
duas coisas extremamente importantes para vocês entenderem este espaço virtual:
→ primeira: ao longo do primeiro trimestre o professor não fez nenhuma postagem aqui... Isso será feito doravante, ao longo do 2º TRIMESTRE. Então, se algum de vocês quiser retomar o que foi visto ao longo do 1º TRIMESTRE, temos duas opções:
- acessar o site da turma, ::: AQUI :::, e consultar a lista dos "Conteúdos Programáticos" respectivos
→ segundo: no ano de 2021 não havia uma "Turma 72", na E.M.E.F. Porto Novo. A "Turma 72" só surgiu no presente ano, 2022. Deste modo, o presente blog não trás postagens relativas ao ano passado. Então, se algum de vocês quiser estudar os conteúdos de modo adiantado, enfim, se alguém quiser ver as matérias que serão vistas adiante, pode acessar, ::: AQUI :::,o blog da "Turma 71", do ano passado, 2021.
Neste encontro, em continuidade à atividade de leitura anteriormente desenvolvida sobre industrialização, transformações técnicas e desenvol...